quinta-feira, 31 de maio de 2012

Lançadas redes sociais oficiais da Rio+20


CNO Rio+20 

O Comitê Nacional Organizador da Rio+20 criou perfis no Twitter, no Facebook e no Youtube.  De hoje até o fim da Conferência, esses canais disponibilizarão informação atualizada sobre a Rio+20, os temas em discussão e as posições do Brasil. Os usuários das redes sociais poderão acompanhar notícias em tempo real e enviar suas questões e seus comentários.

Com a presença nas redes sociais, o Governo brasileiro busca estimular ainda mais a participação da sociedade civil na Rio+20.

Siga os canais oficiais do Brasil na Rio+20:

www.twitter.com/Rio20Brasil

www.facebook.com/Rio20Brasil

www.youtube.com/Rio20Brasil

Fonte: http://www.rio20.gov.br

Participe da Rio+20, inscreva-se nos Diálogos para o Desenvolvimento Sustentável


Está acabando o prazo para se inscrever para os Diálogos para o Desenvolvimento Sustentável, a data de encerramento é 02 de junho.

Os Diálogos para o Desenvolvimento Sustentável é um dos espaço de participação da sociedade civil na Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20.A iniciativa é composta de duas partes: debates online de 20 de abril a 03 de junho e painéis presenciais de 16 a 19 de junho no Rio de Janeiro.

Os debates online acontecem em uma plataforma acessível pelo endereço https://www.riodialogues.org/login As recomendações dadas pelos participantes serão a base das discussões presenciais que começam dia 16 de junho.

Serão realizados dez painéis na cidade do Rio de Janeiro com a participação de especialistas internacionais e mediação de jornalistas de todo o mundo. Os temas dos eventos são: (1) Desemprego, trabalho decente e migrações; (2) Desenvolvimento Sustentável como resposta às crises econômicas e financeiras; (3) Desenvolvimento Sustentável para o combate à pobreza; (4) A economia do Desenvolvimento Sustentável, incluindo padrões sustentáveis de produção e consumo; (5) Florestas; (6) Segurança alimentar e nutricional; (7) Energia sustentável para todos; (8) Água; (9) Cidades sustentáveis e inovação; e (10) Oceanos.

Foram abertas as pré-inscrições para participação nesses encontros, para isso, os interessados devem preencher o formulário disponível em http://formularios.itamaraty.gov.br/rio20/f2

As recomendações resultantes dos painéis serão levadas para o encontro dos chefes de estado que acontece nos dias 20, 21 e 22.

Dicas de estudo

1. Ambiente: Estabeleça um local agradável e adequado para estudar. Uma mesa e cadeira, com boa iluminação, longe de interferências externas bastam.

2. Horário: Estude a quantidade de horas necessárias para o entendimento da matéria. Não há a necessidade de fixar a quantidade de horas de estudo. Administre seu tempo para lazer e diversão, afinal, ninguém é de ferro.

3. Aulas: Preste muita atenção às aulas e anote os tópicos mais importantes da explicação dos professores em um caderno para depois poder revisar.

4. Dúvidas: Não fique com dúvidas nas matérias. Pergunte ao professor ou a algum colega que domine a matéria (sempre tem um "CDF" na sala).

5. Grupo de Estudo: São ótimos para tirar dúvidas e fixar o conteúdo. Forme grupos e todos serão aprovados. Desde que todos estudem, é claro.

6. Vestibular: Uma matéria mal compreendida pode ser uma questão a menos na pontuação do vestibular. Um ponto a menos pode custar a sua vaga, principalmente, nos cursos mais concorridos. Fazer o que não é mesmo...

7. Provas: Resolva as provas dos anos anteriores. Sites como www.cursoanglo.com.br ou www.etapa.com.br apresentam provas resolvidas de muitas universidades. Acredite, a prova será no mesmo estilo.

8. Obras literárias: Mais importante do que ler é o estudo da obra: o seu contexto, suas particularidades, suas características, o seu autor, a escola literária a que pertence. Para aqueles que não tem paciência ou tempo, os resumões são a última opção.

9. Redação: A redação é muito importante. Será ela quem decidirá se você será ou não aprovado. Por isso, esteja sempre atualizado, leia revistas e jornais (infelizmente Contigo e Caras não são boas fontes de informação). Tente elaborar pelo menos um texto por semana para praticar.

10. Tranquilidade: Vestibulares e concursos não são somente conhecimentos. A calma é muito importante, mas se você se preparou, fique tranquilo porque será aprovado. Caso contrário, BOA SORTE!

Fonte: http://www.exatas.mat.br

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Veja 10 temas que podem cair na redação do Enem

Bullying, desigualdade social e meio ambiente são alguns dos temas cotados para cair na redação do próximo Enem, de acordo com levantamento divulgado nesta quarta-feira, 23, pelo portal Universia Brasil. A lista inclui ainda tópicos como desarmamento, participação política e violência no trânsito, entre outros.

A relação foi feita pela professora Cida Custódio, do cursinho Objetivo. Segundo ela, o exame cobra assuntos relacionados ao universo jovem, o que de certo modo facilita a vida do candidato. No ano passado, por exemplo, a prova pediu aos estudantes que escrevessem sobre 'Viver em rede no século 21: Os limites entre o público e o privado'.

A redação é parte fundamental do Enem, tanto pela característica da proposta quanto pelas polêmicas em torno das notas. A partir deste ano, o Inep, que organiza o exame, promete ser mais criterioso na correção.

Os candidato fazem a redação no segundo dia do exame, junto com mais 45 questões de Linguagens e Códigos e outras 45 de matemática. O texto deve ser dissertativo-argumentativo, ter no mínimo 7 e no máximo 30 linhas e não pode fugir do tema. Diferentemente de outros vestibulares, o candidato precisa escrever uma intervenção à problemática do tema.

Segundo a gerente de conteúdo do Universia, Alexsandra Bentemuller, a lista de temas prováveis visa a estimular o candidato a buscar referências. 'É importante que ele leia jornais e revistas, veja filmes, informe-se sobre os assuntos, para que se sinta mais confortável e apto a realizar a atividade.'

Alexsandra, no entanto, lembra que o material não garante que o Enem cobrará um dos dez temas apontados pela professora Cida. A dica, então, é ficar ligado às questões da atualidade, no Brasil e no mundo. 'Estudar para o Enem ou qualquer outro vestibular exige motivação, objetivos claros e estratégia.'

O próximo Enem está marcado para os dias 3 e 4 de novembro. Confira abaixo os 10 temas que podem cair na prova de redação:

1. As questões ambientais

2. Bullying

3. Violência nas escolas

4. Violência no trânsito

5. Participação política

6. Álcool x Trânsito

7. Desarmamento

8. Desigualdade social

9. Esporte como fator de inclusão social

10. Comportamento jovem nas mídias sociais

Fonte: http://noticias.universia.com.br/destaque/noticia/2012/05/23/935363/10-temas-podem-cair-na-redaco-do-enem-2012.html

terça-feira, 29 de maio de 2012



Natal, 29 de maio de 2012.
Srs. Pais,


Estamos nos aproximando do período de testes do 2º trimestre. Pedimos que os senhores estejam atentos às datas e às informações abaixo:

  • Período de aplicação dos Testes: 11 a 22 de junho.
  • Assuntos contemplados: serão direcionados em sala pelo professor. Anotar na agenda para não esquecer.
ATENÇÂO: Não se esquecer de trazer o material de uso pessoal (lápis, borracha, caneta etc.). Os celulares deverão permanecer desligados, pois não será permitida a utilização de seus acessórios (calculadora, relógio etc.).    
 
As demais aulas acontecerão normalmente; os testes serão feitos no horário correspondente a cada disciplina.

- Obs.1: O aluno que, por motivo de saúde, perder o teste terá direito a fazê-lo, inscrevendo-se na coordenação, apresentando o respectivo documento de justificativa, no prazo de até 48 horas, para que seja feito o agendamento do mesmo. 
- Obs.2: Caso o aluno perca o teste, o aluno fará o mesmo na semana de 2ª chamada.
- Obs.3: O uso completo do uniforme é obrigatório.

- Segue adiante o calendário, para que os senhores se organizem juntamente com seu(ua) filho(a).

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Calendário de Testes do 2º Trimestre

1ª Série
Segunda
Terça
Quarta
Quinta
Sexta
11/06
Biologia
12/06
Redação
13/06
Português
14/06
Sociologia

15/06

18/06
Física
19/06
Espanhol Literatura
20/06
Química
Filosofia
21/06
História
Inglês
22/06
Matemática Geografia


2ª Série
Segunda
Terça
Quarta
Quinta
Sexta
11/06
Biologia
12/06
Redação
13/06
Português

14/06
Sociologia
15/06
18/06
Física
19/06
História Literatura
20/06
Química Filosofia
21/06
Geografia
Inglês
22/06
Matemática

Obs: Os trabalhos de Ed. Cristã, Ed. Física e Ed. Artística serão entregues aos professores no dia de suas aulas até a data estabelecida pelos mesmos.
Coordenação Pedagógica.  



Natal, 25 de maio de 2012.
Srs. Pais,

      Estamos nos aproximando do período de avaliações (Av1) do 2º trimestre da turma da 3ª série do ensino médio. Pedimos que os senhores estejam atentos às datas e às informações abaixo:
  • Data das Avaliações: 1º a 6 de maio. 
  • Assuntos contemplados: Direcionados em sala de aula pelo professor. 
  • ATENÇÃO: Não se esquecer de trazer o material de uso pessoal (lápis, borracha, caneta etc.). Os celulares deverão permanecer desligados, pois não será permitida a utilização de seus acessórios (calculadora, relógio etc.).  
     Queremos, ainda, repassar algumas informações importantes para uma maior organização familiar nesse período:  
  • No período das avaliações, os alunos terão aula normal nos dois primeiros horários, e após o intervalo terá início a avaliação a partir das 9h15min, com duração de 4h.
  • O aluno só poderá sair após uma hora do início das avaliações. 
  • O uso completo do uniforme é obrigatório.

Obs.: O aluno que, por motivo de saúde, perder a prova terá direito a fazê-la, inscrevendo-se na secretaria da escola, apresentando o documento de justificativa, no prazo de até 48 horas, para que seja feito o agendamento da mesma.  
IMPORTANTE: As provas de 2ª chamada serão realizadas em datas e horários pré-estabelecidos no calendário escolar e não haverá reposição.

- Segue adiante o calendário, para que os senhores se organizem juntamente com seu(ua) filho(a).

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Calendário de Avaliação (Av1) do 2º Trimestre
3ª Série

AV1

09h15min às 13h15min
1º/06 (sexta-feira)
4/06 (segunda-feira)
5/06 (terça-feira)
6/06 (quarta-feira)

PORTUGUÊS
LITERATURA


HISTÓRIA
QUÍMICA
 REDAÇÃO

GEOGRAFIA
FÍSICA
SOCIOLOGIA


MATEMÁTICA
INGLÊS
BIOLOGIA

Obs.: Os professores das disciplinas de Ed. Artística, Ed. Cristã, Ed. Física e Filosofia encaminharão trabalhos que deverão ser entregues nos dias determinados por eles.

Coordenação Pedagógica.

O lúdico como motivação nas aulas de Matemática

Junto com cada criança, entre os lápis de cor e os livros, vai todos os dias para a escola um mundo de idéias e experiências pessoais que, se bem utilizado pelos professores, pode transformar a vida de nossos alunos. É hora de colocar a vivência e a imaginação das crianças a serviço da educação.

As atividades lúdicas (jogos, brincadeiras, brinquedos...) devem ser vivenciadas pelos educadores. É um ingrediente indispensável no relacionamento entre as pessoas, bem como uma possibilidade para que afetividade, prazer, autoconhecimento, cooperação, autonomia, imaginação e criatividade cresçam, permitindo que o outro construa por meio da alegria e do prazer de querer fazer e construir.

Quando crianças ou jovens brincam, demonstram prazer e alegria em aprender. Eles têm oportunidade de lidar com suas energias em busca da satisfação de seus desejos. E a curiosidade que os move para participar da brincadeira é, em certo sentido, a mesma que move os cientistas em suas pesquisas. Dessa forma é desejável buscar conciliar a alegria da brincadeira com a aprendizagem escolar.
Caminhos de aprendizagem

Vale salientar que o aspecto afetivo se encontra implícito no próprio ato de jogar, uma vez que o elemento mais importante é o envolvimento do indivíduo que brinca.

Ensinar Matemática é desenvolver o raciocínio lógico, estimular o pensamento independente, a criatividade e a capacidade de resolver problemas. Nós, como educadores matemáticos, devemos procurar alternativas para aumentar a motivação para a aprendizagem, desenvolver a autoconfiança, a organização, a concentração, estimulando a socialização e aumentando as interações do indivíduo com outras pessoas.
O uso de jogos e curiosidades no ensino da Matemática tem o objetivo de fazer com que os alunos gostem de aprender essa disciplina, mudando a rotina da classe e despertando o interesse do aluno envolvido. A aprendizagem através de jogos, como dominó, quebra-cabeça, palavras cruzadas, memória e outros permite que o aluno faça da aprendizagem um processo interessante e divertido.

Analisando as possibilidades do jogo no ensino da Matemática, percebemos vários momentos em que crianças e jovens, de maneira geral, exercem atividades com jogos em seu dia a dia, fora das salas de aula. Muitos desses jogos culturais e espontâneos, apresentam impregnados de noções matemáticas que são simplesmente vivenciadas durante sua ação no jogo.

O desenvolvimento do projeto Matemática e ludicidade buscou envolver os educandos nas brincadeiras, jogos e desafios apresentados e construídos. Os vários conteúdos matemáticos trabalhados de forma lúdica e prazerosa com os alunos do Ensino Fundamental (6º ao 9º anos) do Colégio Municipal Aurelino José de Oliveira (Candiba, BA) tiveram grande relevância. Os alunos perceberam que é possível aprender Matemática de forma lúdica, recreativa e divertida, tendo maior aprendizagem em relação aos conteúdos estudados, bem como contribuindo para o aumento da criatividade, criticidade e inventividade no ensino da Matemática.

Fonte: http://www.mundojovem.com.br
Sandra Alves de Oliveira
pedagoga e especialista em Matemática e Estatística, professora no Departamento de Educação de Guanambi, BA, Uneb.
soliveira4@hotmail.com

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Os limites da lição de casa

Cristiane Rogerio
 
Com as famílias sobrecarregadas de tarefas, não é difícil concluir que a lição de casa ficou sem um tempo só para ela. Mas se ela ainda é necessária, o que fazer para tudo não virar drama dentro de casa?

João chegou em casa contando para a mãe a solução que havia encontrado para o fim de seu maior drama atual: ele e o colega fariam um “enunciado” para o fim da lição de casa. Do alto de seus 7 anos, ele queria mesmo era dizer “abaixo-assinado”, mas o que importava não era a palavra, e sim o significado que estava dando a ela. Sentindo-se sobrecarregado de tanta tarefa, João só pensa em encontrar um jeito de dar um basta. Sobrou até para o Saci. Após exaustivos dias de muita lição de casa, a professora mandou ler O Saci, de Monteiro Lobato, e, adivinhem: o menino já o encarou como “tarefa chata e exaustiva” e quer ver o personagem bem longe dele.

Lição de casa. Atire aí o primeiro lápis preto quem não se arrepia na hora que ouve essa palavra. Por mais “certinho” que você tenha sido como aluno, aposto que em algum momento você quis mesmo que a hora da lição acabasse logo para fazer outra coisa. É ou não é? Com um filho com mais de 6 anos em casa, você passa ou vai passar esse aperto. (Porque, antes disso, nem pensar! Se houver tarefas para uma criança na educação infantil, que ela seja só um pequeno treino eventual, sem maiores cobranças.) E o tal aperto pode acontecer por razões simples: crianças saudáveis querem sempre transgredir, a falta de tempo é uma realidade e porque, sim, existe lição de casa chata.

A gente carrega este peso com essas tarefas desde o começo do século passado. Foi lá que nasceu a péssima relação desse dever com punição. “Vocês não se comportaram, então vou dobrar a lição de casa de todos”, costumava sentenciar a professora. O mundo mudou, mas o mal-estar continua – e a necessidade do momento de lição de casa também. “O cérebro precisa de um tempo para assimilar individualmente o que foi aprendido em sala de aula. Quando a criança está na classe, o nível de fixação é outro”, diz Marta Pires Relva, professora de neurociência e aprendizagem da Universidade Cândido Mendes – AVM Faculdade Integrada (RJ). Embora o tema esteja na lista de reclamações há tanto tempo, a vida em sociedade hoje complica um pouco mais a história. De um lado, pais que, na maioria, trabalham fora e contam nos dedos as horas por dia que conseguem ficar com os filhos. De outro, crianças mais ágeis e com uma sede de aprender que tem origem – ou estímulos – em outras formas. Para elas, a lição de casa, decididamente, não pode ser como antigamente.

Medida e foco

Uma coisa é mais do que certa: a lição de casa não deve ser motivo de estresse para a criança. Deve ter sua medida certa e faz parte do trabalho do professor mostrar o sentido e orientar a criança. Essa relação anda tão confusa que no Canadá e nos Estados Unidos há grandes movimentos de pais pedindo limites para o excesso de tarefas, pelo direito de a criança “aproveitar a infância”. Não é a primeira vez que isso acontece, mas o dever chegou a ser banido no norte de Toronto nos jardins de infância e em todos os feriados para crianças maiores. Usam como base diversas pesquisas que apontam que não há relação entre quantidade de lição de casa com absorção de aprendizado ou de conteúdo das crianças. “Não há como fazer essa relação porque nosso cérebro é qualitativo e não quantitativo”, diz Marta Relva.

Então, qual seria a medida? Nos Estados Unidos, a Associação Nacional Americana recomenda que o tempo de estudo em casa não ultrapasse os dez minutos no primeiro ano, por exemplo. “O ideal é que comece a ter certa intensidade a partir do segundo, que pode exigir meia hora, depois, 40 minutos, a partir do terceiro, e assim por diante. Tem que ser gradativo”, diz Telma Scott, coordenadora pedagógica do Colégio Sidarta, de Cotia (SP). “E ela vai aprendendo a resolver o que precisa naquele período. Um treino para a vida”, diz.

A tarefa precisa ter um objetivo claro também. “Deve-se perguntar: ela está a serviço de quê? Assim vai ser valorizada em sala de aula e também pelo aluno. Toda lição tem de ter uma função acadêmica e coletiva. Aprender algo sozinho e depois poder levar para o grupo”, diz Cleuza Vilas Boas, diretora do ensino fundamental do Colégio Móbile (SP). O tempo conta muito. Estar no período integral ou ter a agenda cheia pode influenciar muito. “A criança está esgotada? Tem pouco tempo para descansar, brincar ou simplesmente não fazer nada? Se a lição vier depois de uma série de atividades, não há como ela ficar bem.”

NA LIÇÃO DE CASA, A CRIANÇA PENSA SOBRE O QUE APRENDEU

Se nós levarmos em consideração de que também o período de lição de casa é aprendizado “para a vida”, ela tem grandes efeitos no treino da concentração. Quem não sente dificuldades em focar sua atenção hoje em dia? Já é um problema, por exemplo, dos executivos. “Quem desenvolver desde cedo essa disciplina de focar em algo, talvez tenha mais facilidade em lidar com um mundo que puxa você o tempo todo para se distrair”, diz Marco Pellegatti, um dos autores de Como Estudar Melhor (Ed. Ide@) e também diretor de pesquisas do Amana-Key, centro de excelência em gestão e formação de líderes. É curiosa, inclusive, uma das primeiras frases desse seu livro. “Transforme o dever numa aventura. Troque a ideia da obrigação ‘rotineira’ do estudo pela ‘aventura diária do aprender’. Encare seu período escolar como uma experiência interessante e uma etapa para a realização dos seus sonhos maiores.” E não é isso que deveríamos ensinar às crianças?

Associar sempre o aprender com o “prazer” pode nos jogar em diversas armadilhas com as crianças. Nem sempre será divertido. “Não adianta dizer que lição de casa vai ser brincadeira, porque não é. Lição de casa é comprometimento”, afirma Marcelo Cunha Bueno, diretor pedagógico da Escola Estilo de Aprender (SP) e colunista da CRESCER. De ambos os lados da criança – na escola, em casa ou com a família – há de se valorizar não somente o conteúdo aprendido, mas também o processo. “As lições de casa não são para ensinar conteúdos, pois os mesmos serão abordados e aprofundados na escola, mas para que a criança venha a se tornar um estudante. Estudante é aquele que associa, relaciona, cria e experimenta”, diz Marcelo. E é imprescindível o cuidado com o retorno da lição por parte do professor. Só assim a criança vai ver sentido no que faz. “O professor tem que explicar claramente o pedido e se preocupar com o que a criança levar para a aula”, diz Telma Scott.

A TAREFA EXIGE ROTINA E ATENÇÃO DOS PAI

Para querer saber

Os pais também têm de preparar o terreno. “Desde oferecer um ambiente adequado, determinar um horário para haver uma rotina, até conversar com o filho. E nunca cair nos extremos: nem ficar em cima demais da criança, nem simplesmente não ter notícias sobre a lição de casa dele”, afirma Luciana Fevorini, orientadora educacional do ensino fundamental 2 do Colégio Equipe (SP). E os pais podem corrigir se encontram, por exemplo, um erro de ortografia? O ideal é que apenas apontem o caminho, mas que deixem o professor ver a evolução da criança. Ou seja, vale questionar, sugerir que ele confira no dicionário, mas não mandar apagar e dizer qual é a maneira certa sem nenhuma explicação. Também não vale tentar ensinar do seu jeito se o seu filho tiver uma dúvida. Pode ser que os professores tenham explicado aquele conteúdo de outra forma e, em vez de ajudar, você vai acabar confundindo mais a cabecinha dele.

Da educação infantil à pós-graduação, o aprender é motivado pela curiosidade. Se o papel do adulto em casa é o de mediar – e nunca fazer – a lição de casa do filho, ele pode encontrar meios de instigar. “Quando o filho é bem pequeno, é comum os pais oferecerem livros com histórias sobre os temas trabalhados na escola, e param depois. Mas isso marca a parceria que precisa haver entre os dois lados”, afirma Tatiana Sessa, autora do recém-lançado E Agora? Meu Filho Não Gosta de Estudar! (Ed. BestSeller, R$ 19,90). Além de mostrar livros sobre o assunto estudado, há outras alternativas. “Fazendo programações diferentes, ligadas ao que o filho está aprendendo, os pais ampliam o universo cultural e científico em casa. Mas, principalmente para os pequenos, o que conta é a atitude dos pais, o valor de aprender algo”, diz Magdalena Viggiani Jalbut, coordenadora dos cursos de graduação em pedagogia do Instituto Superior Vera Cruz (SP). Vale ir a um museu, a um parque, fazer uma viagem especial ou, quem sabe, uma atividade em casa.

Se você achar que a lição está exagerada – demais ou de menos – ou pouco estimulante para o seu filho, não deixe jamais de conversar com a escola, pois é algo fundamental. De qualquer maneira, é hora de pais e professores encontrarem um jeito de tirar o peso ruim que paira sobre a lição de casa, e transformá-la em algo desafiante e de valor.

sábado, 26 de maio de 2012


O Facebook é a maior rede social do mundo: atualmente, conta com mais de 900 milhões usuários. Mesmo que você não tenha um perfil nela, deve perceber a popularidade em conversas com seus alunos e colegas. Os jovens inserem a internet em todas as áreas de sua vida, e costumam utilizar a rede inclusive para buscar conteúdos educacionais e ferramentas de aprendizado. Com o tempo, o Facebook tem aberto cada vez mais portas para que as escolas e professores possam usá-lo para melhorar a educação e, principalmente, a comunicação com seus alunos.



» Uso das mídias sociais aumenta entre professores
» 25 maneiras de usar o Twitter em sala de aula e conquistar seus alunos
» 16 maneiras como os professores estão usando o Pinterest

 Aproveite 100 dicas e use o Facebook em sala de aula:

Facebook em sala de aula: dicas para utilizar os recursos do Facebook

1- Peça informações: Ao invés de utilizar a Wikipédia, procure por especialistas que tenham perfil na rede e possam ajudar você. Além disso, você pode se comunicar com os pais de seus alunos, especialmente quando forem menores, e pedir ou fornecer informações sobre eles.

2- Veja vídeos-aula: Diversas universidades de vários países diferentes disponibilizam vídeos de aulas ou palestras em suas páginas online.

3- Museus: Indique páginas de museus, galerias de arte e exibições para que seus alunos possam enriquecer ainda mais o uso do Facebook e entrem em contato com diferentes conteúdos educacionais.

4- Contato pessoal: os estudantes podem entrar em contato com parentes distantes para fazer pesquisas genealógicas ou com personalidades locais para discutir matérias tratadas em sala de aula.

5- Falar com autoridades: Políticos, governantes e outras instituições também podem ser contatadas pelos alunos para despertar a participação política e o ensino de valores de cidadania e democracia.

6- Jogos Educacionais: Muitos dos jogos disponíveis no Facebook são educacionais. Você pode estabelecer metas e fazer um campeonato interno entre os alunos.

7- Pesquisas: É comum que os professores solicitem entrevistas ou pesquisas com o público aos estudantes. Você pode levar essa pesquisa para a rede social e aumentar ainda mais o alcance da investigação.

8- Aplicativos: O Facebook disponibiliza várias ferramentas que você pode adotar para aumentar a dinâmica em sala de aula.

Facebook em sala de aula: dicas para projetos e tarefas

9- Desafios: Como em uma classe, você pode participar de desafios, competições e gincanas feitas por instituições educacionais e outras companhias.

10- Livros: peça para que os alunos compartilhem no Facebook suas opiniões e análises sobre os livros que você pediu para lerem.

11- Consiga apoio: Se sua escola está passando por uma restrição de recursos você pode divulgar as causas no Facebook e procurar por recursos e apoios, seja financeiro ou não.

12- Nota extra: Organize uma pequena gincana com os alunos e passe atividades relâmpago pela rede social para que eles realizem dentro de um prazo limitado. Além disso, você pode postar atividades extras, sem que haja limitação de tempo ou gincana.

13- Notícias: Se você for professor de geografia, por exemplo, e estiver tratando de geopolítica, pode pedir aos alunos que reúnam as principais matérias sobre o tema e compartilhem em suas páginas para gerar discussões e debates. As mais comentadas poderão virar assunto em sala de aula para maior desenvolvimento.

14- Documentar: Em aulas de biologia onde os alunos estudam o desenvolvimento das plantas, você pode montar um projeto de documentação desse projeto. A cada dia, ou uma vez por semana, o aluno conta sobre sua plantinha e como ela está se desenvolvendo.

15- Habilidades: use o Facebook para ensinar habilidades como fazer contatos e colaborações.

16- Fazer aplicativos: alunos de ciências da computação ou informática mais avançada podem desenvolver aplicativos para a escola dentro da rede social.

17- Criar conteúdos: No Facebook, é muito fácil criar e compartilhar conteúdos. Peça aos seus alunos que desvendem essas ferramentas e as utilizem para aplicar as matérias aprendidas em aula.

18- Causas: a rede social possibilita a criação de grupos para defender causas. Estimule seus alunos para que se reúnam e façam um movimento, projeto, etc. Eles podem procurar por problemas nas áreas em que vivem ou ao redor da escola.

19- Brainstorm: os estudantes podem usar a página da escola ou o grupo da sala para ter ideias e fazer reuniões online de brainstorm.

20- Diários: os alunos podem postar anotações de seus diários online e dividi-los com a classe e seus amigos.

21- Caça ao tesouro: desenvolva uma gincana com a sala. Faça um caça ao tesouro online e divida a turma em grupos.

22- Clube do livro: fomente a leitura por meio da criação de clubes do livro online.

23- Etiqueta online: dê dicas e instruções sobre como se comportar online, segurança na internet, como evitar fraudes e golpes, como funciona a polícia em crimes cibernéticos e como denunciar possíveis abusos e outros crimes online.

24- Galeria online: os alunos podem reunir diversos conteúdos, artísticos ou não, e desempenhar o papel de curadores a partir de determinado tópico.

25- Exercícios: em épocas de prova, você pode postar exercícios e atividades para que os alunos pratiquem os conteúdos que serão cobrados.

26- Perfis falsos: em aulas de história, por exemplo, você pode pedir que os alunos criem perfis falsos de personagens históricos, como Napoleão Bonaparte.

27- Resumos: ao pedir a leitura de livros ou textos mais extensos, solicite aos alunos que postem online resumos sobre as obras ou críticas e análises.

28- Notícias da escola: peça aos alunos que sirvam como fontes de notícias e postem na página da escola ou da sala quais são os próximos eventos ou provas. Você pode separar uma pessoa específica para essa função.

Facebook em sala de aula: dicas de compartilhamento

29- Transfira o blog: se sua sala possui um blog, transfira-o completa ou parcialmente para o Facebook. Dessa forma, os alunos poderão compartilhar os conteúdos de maneira mais interativa e prática.

30- Envolva os pais: Não são apenas os estudantes que podem se envolver nos projetos. Compartilhe as iniciativas com os pais e responsáveis dos alunos, reforçando ainda mais a relação e responsabilidade dos pais com a educação dos filhos.

31- Dia do bichinho: Para descomplicar uma situação presencial, você pode fazer o “Dia do bichinho de estimação” online. Peça aos alunos que enviem fotos de seus animais e algumas informações, com histórias curiosas sobre eles.

32-Vídeos: você pode armazenar vídeos de aulas, palestras ou outros conteúdos relevantes para criar uma videoteca virtual acessível para os alunos e pais.

33- Álbuns de fotos: Quando houver passeios ao zoológico ou outros locais, você pode criar álbuns com as fotos da excursão e compartilhar com os estudantes.

34- Vocabulário: Você ou toda a sala (organize um cronograma primeiramente) podem postar palavras diferentes ou difíceis com as definições para aprimorar o vocabulário da turma.

35- Gráficos: peça aos pais e/ou alunos que compartilhem informações sobre seus hábitos e características pessoais ou preferências. A partir disso, você pode criar gráficos informativos que servem de apoio para as aulas.

36- Perguntas: O Facebook disponibiliza a ferramenta de perguntas, que pode ser muito útil, tanto para os alunos quanto para os professores. Você pode criar enigmas ou deixar o aplicativo disponível para que os alunos tirem dúvidas online.

37- Outros arquivos: você pode armazenar fontes, links úteis, apresentações em PowerPoint no grupo da sala ou na página da escola.

38- Conteúdo educacional: conteúdos que estão sendo tratados na sala podem ser enriquecidos com outras informações online, como vídeos-aula, etc.

Facebook em sala de aula: dicas de colaboração e discussão
39- Feedback: se você tem ideias para atividades ou tarefas diferentes e gostaria de saber a opinião dos alunos, peça que eles compartilhem online.

40- Escrita colaborativa: Você pode montar uma atividade de escrita colaborativa onde cada aluno faz parte do texto. O resultado pode ser um pequeno livro ou apostila.

41- Canal: para públicos maiores, você pode organizar uma fórum de discussão em tempo real, enquanto os conteúdos são transmitidos em sala ou depois.

42- Idiomas: conecte seus estudantes com pessoas de todo mundo. Se você é professora de inglês ou espanhol e possui amigos do exterior que falam essas línguas, organize bate papos para que os estudantes possam praticar os idiomas.

43- Participação: para alunos que são mais tímidos ou não gostar de falar em público, você pode organizar atividades de participação online, onde eles se sintam mais a vontade para interagir.

44- Grupos de estudo: os alunos podem montar grupos online das equipes de trabalho ou de estudo para se organizarem mais facilmente.

45- Opinião: você irá fazer uma sessão de cinema ou alguma outra atividade e possui várias opções de escolha de filme? Peça aos alunos que escolham em uma pesquisa online.

46- Estudantes formados: procure os perfis de alunos que já estão formados para que compartilhem suas experiências acadêmicas e profissionais com os alunos.

47- Notas: nessa ferramenta, os alunos podem compartilhar os trabalhos ou textos e receber a opinião dos colegas e dos professores.

48- Mundo: faça um intercâmbio online com alunos de outros países ou regiões, compartilhe atividades e experiências.

49- Outros professores: discuta essas ideias em grupos de professores, seja da mesma escola ou área de ensino.

50- Ajuda na lição: os estudantes podem ajudar uns aos outros por meio dos grupos de Facebook, com a sua supervisão para evitar plágios ou outros erros.

51- Palestras: encontre especialistas ou outros palestrantes para que tragam conteúdos relevantes para a sala de aula, seja online ou presencialmente.

Facebook em sala de aula: dicas de organização

52- Eventos: deixe os alunos informados e disponibilize um calendário online.

53- Grupos: se você é professor de diversas classes, organize essas turmas em grupos diferentes.

54- Aniversários: Use o Facebook como lembrete de aniversários, feriados e outras comemorações.

55- Relacionamento: em salas maiores pode ser mais difícil se relacionar com cada estudante em particular. Você pode aproveitar o ambiente online para conhecer melhor seus alunos.

56- Mantenha-s atualizado: Seus e-mails podem ser ignorados, mas você pode manter o controle de quem leu seus recados pedindo aos alunos de “curtam” aquilo que você postar.

57- Reconhecimento: quando uma classe ou aluno alcança alguma meta ou resultado relevantes você pode dar reconhecimento e motivação online para que todos se sintam considerados.

58- Recados: Ao invés de distribuir recados e autorizações em papel, disponibilize-os online e peça aos pais que imprimam em casa, garantindo maior retorno.

59- Debates: Se você não tem tempo suficiente para continuar um debate em aula, leve-o para o grupo da sala online e continue a discutir as ideias.

60- Avisos urgentes: caso ocorra algum imprevisto, você pode comunicá-lo para pais e alunos, tanto na página da escola quanto no grupo da sala.

61- Fique de olho: Alunos que não entregam a lição por que ficaram sem internet podem ser avaliados de acordo com o histórico no Facebook.

62- Mapa: em aulas de geografia, peça aos alunos que compartilhem fotos, informações e mapas de seus locais preferidos.

63- Pais: os pais podem manter-se conectados para saber o que acontece em aula e quais são as próximas provas ou projetos.

64- Provas: pergunte aos alunos como eles acham que foram nas provas e quais suas opiniões sobre as questões levantadas nos testes.

65- Atualizações: Durante trabalhos ou projetos, você pode se manter atualizado sobre o desempenho dos alunos, perguntando como eles estão e quais são as principais dificuldades encontradas.

66- Participação em aula: Aumente a interação e permita que os alunos façam observações, comentários e perguntas online durante a aula.

67- Carreira: conecte os alunos com pessoas especializadas em treinamento profissional e de carreira e com outros profissionais das áreas que eles desejam seguir depois da escola.

68- Recursos: Use a página no Facebook para levantar recursos para passeios ou outros projetos.

69- Páginas para os pais: é uma excelente oportunidade de conectar pais e professores de maneira prática e eficiente, sem burocracias.

70- Interesses: Encontre quais são as novas tendências e interesses dos alunos e procure inseri-los em classe para aumentar o envolvimento.

71- Concursos: envolva os alunos em concursos que coloquem em prática os conteúdos aprendidos na aula. Você pode permitir que estudantes de outras turmas ou de fora da escola também participem.

72- Lembretes: alunos ausentes podem ser lembrados das aulas e atividades para que não percam notas.

73- Assuntos: preste atenção nas conversas e debates online (não apenas da sala, mas em geral) por que estes botem gerar assuntos para discussão em sala de aula.

74- Prazos: Mesmo disponibilizando calendários você pode lembrar os alunos com recados sobre as próximas entregas.

75- Livros: Marque livros para download que os alunos podem utilizar para leitura complementar ou obrigatória.

76- Instruções: deixe instruções para trabalhos disponíveis online para consulta.

77- Celebre: quando determinados projetos forem finalizados, você pode celebrar o desempenho da sala ou determinado grupo ou pessoa.

Facebook em sala de aula: dicas de aplicativos e grupos

78- Cursos: esse aplicativo permite a administração de cursos no Facebook.

79- CiteMe: os alunos podem usar esse aplicativo para fazer citações de maneira adequada.

80- Booktag: Compartilhe livros e peça que os alunos comentem nesse aplicativo.

81- Universidades: as universidades possuem páginas online que facilitam o acesso de futuros estudantes e informações.

82- Calendar: esse é o aplicativo que permite a criação de calendários online.

83- Knighthood: Esse jogo promove a prática da leitura de maneira divertida e dinâmica.

84- Mathematical Formulas: os professores de matemática podem passar esses recursos para os alunos estudarem fórmulas e soluções.

85- Sebos: procure por grupos de sebos ou outras lojas para que os alunos possam adquirir materiais mais baratos.

86- Webinairia: capture vídeos para sua aula.

87- JSTOR Search: artigos e conteúdos acadêmicos podem ser procurados nesse aplicativo.

88- Homework Help: esse aplicativo oferece ajuda para alunos em suas lições de casa. Por ser em inglês, pode ser usado nas tarefas de inglês.

89- Word of the Day: use essa ferramenta como fontes para encontrar palavras ou dias históricos e compartilhar com os alunos.

90- Zoho Online Office: Compartilhe e armazene documentos nesse aplicativo.

91- Notely: Muito bom para fins educacionais, ele é usado para organizar documentos e notas.

92- Language Exchange: ajuda seus alunos a se conectarem com línguas estrangeiras e praticarem.

93- Typing Test: aplicativo que ajuda os estudantes a desenvolver suas habilidades de digitação.

94- Quiz Monster: essa ferramenta ajudar você a montar questionários online.

95- Grupos de estudo: esse aplicativo foi desenvolvido para criar o ambiente perfeito para grupos de estudo.

96- Notecentric: encoraje os alunos a fazer e compartilhar anotações usando esse aplicativo.

97- Slideshare: compartilhe apresentações, documentos, fotos e outros conteúdos por meio dessa ferramenta.

98- WorldCat: Essa ferramenta permite que você faça pesquisas, partilhe fontes e mais.

99- Hey Math! Challenge: Esse aplicativo ajuda os alunos a entender conceitos de matemática mais complexos.

100- Flashcardlet: Com essa ferramenta você criar seus próprios cartões de estudos para que os alunos usem na hora dos estudos.

http://noticias.universia.com.br/

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Jerninhos 2012


video

Nesse final de semana os nossos pequenos Atletas do BEREIANO participaram dos jogos escolares: Jerninhos 2012. Esses jogos aconteceram no dia 19 de maio [sábado] no Colégio Maristella. Nossos meninos se portaram com muito louvor conquistando medalhas. Os Atletas que participaram deste evento foram: Daniel Amaral, Daniel Ferreira, José Vilanir,  Davi Silva e Pedro Abílio.

Escola de Pais


O Colégio Bereiano viveu na noite passada [24/05], mais uma escola de Pais. O tema da palestra foi Criança mais Segura na Internet, onde tivemos como palestrante o senhor Rodrigo Jorge, voluntário em Natal da ONG Nacional: Criança mais Segura na Internet.

Todo o evento se processou no auditório da escola, onde pudemos constatar um número crescente de pais que se fizeram presente nesta segunda edição. 

Assista abaixo o testemunho de Claudia Brady sobre a Escola de Pais.


quinta-feira, 24 de maio de 2012

Uso redes sociais na escola? Sim ou não?

...sim!

Escrito por Carolyn Palmer, MA
Coordenadora no Westminster Christian School na cidade de Elgin, Illinois

Quando estudava no Ensino Médio e queria marcar um programa no final de semana com uma das minhas amigas, ligava para ela. Se ela fosse de uma família bem de vida, tinha um ramal em seu quarto para que pudéssemos conversar em particular. Se não, ela atendia a minha chamada pelo único telefone fixo da casa. Quando eu tinha coragem, passava um bilhete na sala de aula, ou conversávamos na hora do recreio. Hoje em dia, as crianças têm celular, menos famílias usam telefone fixo e faz muito tempo que não vejo os meus alunos passando bilhetinhos durante a aula.

Hoje, é quase certo que os programas sejam marcados por meio de torpedo ou postados na rede social. Mesmo que as escolas, durante anos, venham advertindo os seus alunos sobre os possíveis perigos das redes sociais, recentemente, várias escolas já abraçaram essa tecnologia. De fato, já observei vários sites de escolas cristãs em que elas orgulhosamente anunciam sua página no Facebook.

Por que essa mudança? Por que as escolas, que tanto advertiram seus alunos sobre as ramificações e consequências de compartilhar as suas vidas por meio de uma rede social, agora escolheram usar essa mídia?

Minha própria escola enfrentou esse conflito. Houve uma busca por sabedoria, discernimento e uma flexibilidade para aproveitar a tecnologia que beneficia e promove a nossa missão. A nossa escola, modelo de educação que enfoca a área do discipulado, entende que sua responsabilidade de informar os pais e ensinar os seus filhos faz parte da sua vocação e missão.

Um dos valores essenciais da nossa escola é que os professores sejam discipuladores, na linha de frente, para ajudar seus alunos a desenvolverem uma cosmovisão pessoal. Mesmo que os métodos de discipulado mudem com passar o tempo, o princípio de impactar a vida dos alunos não muda. Há várias formas de fazer discipulado na nossa escola. Alguns professores ainda se comunicam por meio de um bilhete escrito a mão, outros convidam o grupinho de discipulado para sua casa. Outros investem na vida dos alunos através de clubes e esportes extracurriculares, enquanto outros escolhem encontrar os alunos no lugar onde eles são mais engajados – Facebook ou Twitter.

Não importam os meios usados, sempre oramos e esperamos que os nossos alunos vivam suas vidas submissas ao Salvador, e que, quando eles amadurecerem, produzirão fruto que as Escrituras prometem àqueles que vivem no Espírito (Gálatas 5.22-23). A missão da nossa escola diz: WCS promove uma comunidade cheia da Graça de Deus que inspira seus alunos a descobrirem a Deus e Sua criação, desenvolver seus dons e habilidades, e demonstrar Cristo por meio de suas vidas.

Nossos alunos assinam um compromisso em relação ao seu estilo de vida e são ensinados que sua vida cristã é vinte e quatro horas, sete dias por semana, diante de Deus, da escola e da comunidade. Nossa expectativa é que os professores e alunos vivam pelos princípios bíblicos.

Não encorajamos e nem desencorajamos nossos professores do Ensino Médio a interagirem com seus alunos por meio da rede social. Alguns professores, eu inclusive, confirmo os convites dos meus alunos para ser adicionada às suas redes sociais. Pessoalmente, não pediria isto aos meus alunos, mas aproveito a oportunidade de compartilhar fotos de eventos escolares, comentar suas postagens, ou desafiá-los quando aparece algo questionável na sua página. Discipulado não é confinado aos muros da escola e não termina quando eles saem pelas suas portas. Muitos professores trocam informações na rede social com ex-alunos que agora estão na universidade ou têm suas próprias famílias.

Nem todos os professores aceitam os convites dos alunos. Alguns professores mais novos sabiamente consideram o impacto que tal contato poderia ter na sua habilidade de manter autoridade na sala de aula. Quando questionados pelos alunos, esses professores logo respondem que eles terão muito prazer em interagir com alunos, logo após a sua formatura.

Essa filosofia e prática talvez não funcionam em todas as escolas, mas, para nós, é uma extensão de Hebreus 12.1-2: “Corramos com perseverança a corrida que nos é proposta, tendo os olhos fitos em Jesus, autor e consumador da nossa fé.”

Enfrentando difíceis situações e questões requerem tempo e disponibilidade para arregaçar as mangas, porque adolescentes e jovens são, assim como nós, pecadores que precisam do perdão do Salvador.


...não!

Escrito por Becky Shamess
Diretora da Escola Cristã em Bloomington, Illinois
http://www.cornerstonechristian.com/

Algumas vezes, me pergunto se a tecnologia tem se transformado em um novo ídolo que os cristãos buscam. Enviamos mensagens de texto, publicamos mensagens no Twitter, escrevemos em nossos blogs, “fazemos amigos”. Ainda assim, é comum percebermos nossos estudantes expressando seus sentimentos de isolamento, apesar da vida ‘conectada’. Depois de passar uma semana na Guatemala em janeiro do ano passado onde estivemos totalmente desconectados de toda a tecnologia comum, um de nossos estudantes comentou que sentia pavor ao ter que voltar a seu computador e celular. As relações pessoais que construímos durante uma semana o impactaram de tal forma que não queria regressar ao modelo de relações que formava estando conectado à tecnologia.

O tema das redes sociais é um tema complexo. Como qualquer outra inovação tecnológica, as redes sociais podem ser usadas para o bem, mas também para o mal. Nosso papel na educação de nossos alunos é usar os dons de Deus na tecnologia de tal forma que nos aproximem Dele. É difícil abordar esse tema e, pessoalmente, lutamos com esta afirmação durante anos antes de adotar a política que proíbe os professores de entrar em uma relação nas redes sociais com seus alunos. Nossas razões são as seguintes:

Mesmo pensando que nunca vai acontecer conosco, reconhecemos o perigo existente entre as interações privadas de alunos com professores. Estou ciente de algumas circunstâncias pouco agradáveis que aconteceram em escolas próximas à nossa envolvendo os meios de comunicação eletrônica. Certamente, essa é a razão mais fraca para restringir as redes sociais (...) e a nossa política visa proteger os alunos e os professores.

Também consideramos o papel dos pais na família. Afinal, são eles que se apresentarão diante de Deus e darão conta de como educaram e prepararam seus filhos. Embora já atuemos em ‘loco pais’ (no lugar dos pais) queremos manter a comunicação com os pais o máximo possível. Investimos milhares de dólares a cada ano para atualizar os programas de informática que temos nos laboratórios da escola e que nos permite ter essa capacidade. Cada e-mail enviado pelos pais e professores fica disponível através desse sistema. Os pais e os alunos sabem como localizar os professores quando necessitam. Contudo, quando um aluno se comunica com um professor através de e-mail, a mensagem entra diretamente na conta de correio eletrônico dos pais e (oramos) para que seja de seu conhecimento e estejam debaixo de sua supervisão. Entretanto, conhecemos muitos bons pais que estão faltosos na supervisão das atividades de seus filhos, incluindo as atividades nas redes sociais e, infelizmente, há muitos pais que não se preocupam com isso. Esperamos que a comunicação que acontece entre os alunos e professores seja clara para os pais e que isso seja um elo na comunicação entre pais e filhos.

Finalmente, como a maioria das escolas cristocêntricas, damos alta prioridade às relações completas e positivas entre professores e estudantes. Intencionalmente, falamos, escutamos, oramos e ensinamos. Nossos estudantes sabem que os amamos, mas que não somos seus amigos. Algum dia seremos amigos, mas como estão debaixo dos nossos cuidados, queremos investir em suas vidas e amá-los como pessoas que têm autoridade sobre eles. Por isso, temos decidido não observar suas idas e vindas através das redes sociais e não permitir que tenham acesso a nossa – um contexto que pode limitar a nossa curiosidade. Oramos por eles, para que através de nosso exemplo, os alunos possam aprender o que Paulo disse: “Procura viver em paz com todos, a ocupar-se com suas responsabilidades e a trabalhar com suas próprias mãos.” (I Tessalonicenses 4.11)

Nossa politica não é perfeita, e não duvido que com o tempo teremos que aperfeiçoá-la. Entretanto, continuamos discipulando a vida de nossos estudantes, usando os dons de Deus na tecnologia para estabelecer e manter as relações com os amigos de outros países, esperando algum dia o Senhor nos permita ver esses amigos face a face. Com certeza, esse desejo de ter contato pessoal, é um reflexo do anelo dos crentes de um dia ver Jesus face a face também (I Co 13.12).

Christian School Education Vol. 15, No. 1

quarta-feira, 23 de maio de 2012

AECEP


Qual a fórmula para acertar na escolha da carreira?

Por Mundo Vestibular

Qual a fórmula para acertar na escolha da carreira? Ninguém sabe ao certo, mas uma variável que tem um peso cada vez maior nessa fórmula é a remuneração do profissional.

Ninguém quer fazer um investimento de retorno baixo e a formação profissional com certeza é um investimento alto, que toma muito tempo e dinheiro. Como todo investimento, as pessoas hoje tendem a minimizar o risco procurando se informar sobre a demanda de mercado do profissional formado em determinada carreira e sobre o salário potencial.

Vestibulandos hoje em dia trocam a carreira dos sonhos por uma semelhante mas que seja mais estável financeiramente e normalmente são apoiados por seus familiares. Os analistas de RH, no entanto, chamam atenção para o fato de que sem vocação e competência, por melhor que seja a formação acadêmica, o profissional pode não conseguir o nível de salário esperado. A escolha por uma carreira com tradição de salários altos não garante nada ao aluno.

Além de competência, o profissional não deve nunca parar de estudar. Segundo uma pesquisa da Fundação Getúlio Vargas (FGV), feita em 2009, dos brasileiros em idade ativa que nunca tiveram mais do que um ano de estudo, 60% estão trabalhando, enquanto 91% dos brasileiros que estudaram mais de 18 anos tem emprego. O salário de quem estudou mais também é mais alto, cada ano de estudo corresponde a um acréscimo de 15% no fim do mês. Esses dados confirmam que uma graduação é apenas um passo, cursos de pós graduação devem ser uma meta de profissionais que visam o crescimento de responsabilidades e remuneração.

Segundo a mesma FGV, atualmente no Brasil os profissionais mais bem pagos são os juízes e desembargadores, formados em direito. Porém, para alcançar esses cargos, é preciso passar por um concurso muito concorrido, são mais de mil concorrentes por vaga, exigindo experiência prévia e cada título obtido pelo concorrente conta pontos, logo um candidato com pós graduação sai na frente. O salário médio desses profissionais é de R$ 13.956,00 considerando todo o país.

Abaixo desses profissionais, vem o seguinte ranking:

Medicina (mestrado ou doutorado) - Salário médio: R$ 8.966,07
Administração (mestrado ou doutorado) - Salário médio: R$ 8.012,10
Direito (mestrado ou doutorado) - Salário médio: R$ 7.540,79
Ciências econômicas e contábeis (mestrado ou doutorado) - Salário médio: R$ 7.085,24
Engenharia (mestrado ou doutorado) - Salário médio: R$ 6.938,39
Medicina (graduação) - Salário médio: R$ 6.705,82
Outros cursos de ciências exatas e tecnológicas (mestrado ou doutorado) - Salário médio: R$ 5.349,96
Geologia (graduação) - Salário médio: R$ 5.285,77
Militar - Salário médio: R$ 5.039,14
Ciências agrárias (mestrado ou doutorado) - Salário médio: R$ 5.028,37

Fonte: Fundação Getúlio Vargas (FGV) - Dados obtidos considerando o país como um todo e não apenas em uma análise regional. Mais de quinze mil pessoas com mais de 20 anos foram entrevistadas para obtenção dos resultados.

Uma outra pesquisa feita pela mesma instituição listou também a perspectiva de profissões que estarão em alta em 2012. A seguir, temos esse outro ranking:

Engenheiro de grandes obras de infraestrutura - Investimento em estradas e grandes estradas; foco no PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) e na Copa do Mundo.

Engenheiro mecânico ou do mercado de óleo e gás - Construção de turbinas e equipamentos rotativos para gerar energia nas sondas de petróleo.

Engenheiro de meio ambiente ou de mercado de energias renováveis - Demanda em função do ritmo acelerado do pré-sal.

Gerente de auditoria ou compliance - Cumprimento de normas legais, políticas e diretrizes estabelecidas pelo negócios e provisão de informações gerenciais relevantes para a tomada de decisões.
Gerente de Recursos Humanos ou Business Partner (RH) - Suporte a todas as necessidades da área: recrutamento e seleção, treinamento, desenvolvimento e projetos específicos.

sexta-feira, 18 de maio de 2012



Tem sido uma prática no Colégio Bereiano de, uma vez por mês, cultuarmos ao Senhor Jesus, agradecendo pelas bênçãos recebidas. Nesta segunda, 14/05, os alunos do 9º ano estiveram à frente na organização do louvor e do culto, que teve como preletor o Pr. Francisco Carlos, pai de dois alunos do colégio.

As dez melhores profissões de 2012

Fonte: CareerCast.com

Ao escolher uma profissão, alguns critérios importantes devem ser levados em consideração. Sem sombra de dúvidas, o mais relevante se relaciona com o gosto pessoal de cada um. Algumas pessoas tem maior afinidade para lidar com os números, outras preferem as palavras. Tem aqueles que não gostam de ter um chefe, aqueles que gostam de trabalhar em casa. Esses e outros fatores precisam ser analisados para que o profissional se sinta a vontade no ambiente de trabalho.

A satisfação do profissional com relação ao ambiente em que trabalha é essencial para que ele tenha total dedicação e empenho em suas tarefas. Essa satisfação envolve questões como nível de estresse baixo, uma boa remuneração, relação amigável com os colegas, reconhecimento por parte dos empregadores, etc.
Colaboradores satisfeitos refletem em maior produtividade e melhores resultados para todos os envolvidos na empresa.

Uma pesquisa foi elaborada pelo site americano Career Cast, que é voltado para empregos. Essa pesquisa foi realizada nos Estados Unidos para classificar as melhores profissões e utilizou alguns critérios e dados relacionados com o mercado americano. Apesar de não ter sido elaborada exclusivamente para o Brasil, a pesquisa pode refletir na realidade brasileira.

Confira a lista completa de todas as profissões na ordem em que foram classificadas

Engenharia de Software

Um dos ramos da engenharia voltado para a informática, a Engenharia de Software obteve mais uma vez destaque entre as melhores profissões dos EUA. O profissional dessa área é responsável por projetar e dar manutenção em programas de computador.

 Atuário

É um dos ramos das ciências exatas que envolvem cálculos relacionados com finanças. Envolve desde assuntos como seguros de vida e aposentadorias até os de curto prazo como os seguros voltados para os veículos automotivos.

Gerente de RH

O Gerente de Recursos Humanos é aquele profissional que se encarrega de organizar o dia a dia dos funcionários de uma empresa. Além disso, é o responsável por planejar e aplicar treinamentos e processos seletivos, por cuidar de toda a parte relacionada a pagamentos de funcionários, etc.

Dentista

É o profissional formado em Odontologia que preza pela saúde dos dentes e de toda a boca. Com diversas especializações, o dentista pode atuar em vários ramos dentro da profissão. Alguns dentistas de especializam na saúde bucal infantil, outros em implantar aparelhos ortodônticos, em extrair dentes, etc. É uma profissão que requer muito cuidado e dedicação.

Planejador Financeiro

O Planejador Financeiro é aquele profissional capaz de auxiliar famílias ou empresas que estejam em uma situação financeira desconfortável, com muitas dívidas e sem muitas perspectivas de melhora. Atuando como um consultor, o Planejador Financeiro deve ter conhecimentos sobre diversas áreas e uma boa visão de futuro.

 Audiologista

O Audiologista é um profissional que previne ou trata o aparecimento de doenças relacionadas com a audição em crianças e em adultos.

 Terapeuta Ocupacional

O Terapeuta Ocupacional é o profissional que, através das mais diversas atividades, trata de algumas doenças que possam excluir ou tirar a independência e a autonomia das pessoas.

 Gerente de Publicidade Online

É o profissional responsável por planejar e executar todo tipo de propaganda voltada para as mídias online.

Analista de Sistemas

É o profissional que analisa todo o fluxo da informação e procura melhorar todo o tipo de sistema envolvido. Os profissionais dessa área devem ter um vasto conhecimento em assuntos que envolvam tecnologia e administração.

 Matemático

O profissional formado em Matemática pode atuar em diversas áreas e não somente em uma sala de aula. A Matemática é a ciência que está presente em boa parte dos cursos, sendo necessária em diversas áreas.